Como fazer um texto cool sobre qualquer polêmica

February 4th, 2010

Intro - Contextualiza e detona o objeto que já está sendo detonado (Tessália, Geisy, Richarlyson etc).

Desenvolvimento - Esmiúça um porém e descreve alguma hipocrisia de ordem genérica, absolvendo o objeto.

Conclusão – Vem no formato bunda-mole “um tapa na cara da sociedade” – todo mundo, aliás, é bunda-mole. Só não são aqueles que concordarem com o texto.

Epílogo - Alguém diz que aquele é o melhor texto produzido sobre o tema.

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Não é de hoje que o gato Flávio vem advertindo sobre a geração em cadeia dos textos cool sobre qualquer polêmica. Decidido a ignorar o formato, foi submetido a um banho justamente quando se preparava para tomar um sol no sofá logo abaixo da janela da sala. “Disso eu não vejo ninguém falar”, protestou. Messias Jardan o afagou e fez o clique.

Apresentadas novas cédulas do otto

February 3rd, 2010

Mossoró (RN) – O Banco Central de Mossoró apresentou nesta quarta as novas cédulas do otto mossoroense. As notas de 1, 5, 10, 20, 50 e 112 ottos incorporaram novidades estéticas e capilares que as deixam pau a pau com o que de melhor é visto nas passarelas de Paris, Milão e Bauru.

Boldo Periquitão, o popular tesudinho, presidente do BC de Mossoró, explica que agora sim a cidade possui uma moeda forte, capaz de brigar por uma vaga na Libertadores e até dar em cima de umas minas de medicina.

“A nota de 10 já vem destravada e com 5 giga de memória, suficiente para guardar até 2 jegues ou 256 cantoras do tipo Shimbalaiê, desde que estejam com o cabelo limpo”, afirma Periquitão.

Já na cédula de 50 ottos, uma novidade deve agradar em cheio aos amantes da liberdade: um dispositivo sonoro que emite frases chocantes a respeito da intimidade sexual do portador, ótimo para ser utilizado em mesas de bar e redes sociais na internet.

“A nota que eu testei falou sem titubear que ‘os pequenos que me desculpem, mas pau grande é do caralho’, não é o máximo?! Kkkk”, mijou-se de rir Clarah Carótida, mulher de atitude e estapeadora social de faces.

Conheça agora um pouco mais da intimidade do novo otto nos cliques sobrevalorizados de Messias Jardan.

A nova nota de 1 otto traz um exclusivo calor no coração.

O xixi apenas no jornal é o forte da versão de 20 ottos que também vai ali buscar o pauzinho.

A cédula de 90 ottos já sai de fábrica com alguns amigos.

iPad é nova febre em Mossoró (RN)

February 2nd, 2010

Gadget já é o principal instrumento de escambo da cidade, que inaugurou essa semana uma estátua de Steve Jobs feita de garrafas pet

Do correspondente local - Nem bem foi apresentado ao mundo, o instrumento tecnológico avançado iPad já virou coqueluche entre os mossoroenses. Nos mercados da cidade, o produto – um misto de tocador de mp3, leitor digital e grill – já é considerado o principal produto de escambo, ultrapassando a caixa de bombons Garoto e as tradicionais fichas de bilhar. Esta semana, o invento ganhou até mesmo uma moeda, o iPad URV, uma homenagem à solução monetária criada pelo então ministro da Fazenda Fernando Henrique Cardoso durante uma liga específica.

Embora ainda não tenha oficialmente chegado ao mercado nacional, o iPad já pode valer em Mossoró 200 baldes de gasolina, um Ford K roxo 2003 ou até mesmo uma casa no bairro de Tufão, onde está localizado o centro financeiro e a academia de ginástica do município.

Investimento
O vereador sem partido Aupatino Ribeiro afirmou esta semana que já existem negociações para levar para Mossoró uma fábrica chinesa que pirateie o equipamento. “A gente tava falando disso ontem, eu acho”, confirmou o vereador. De acordo com o prefeito de Mossoró, Gláucio Macarrão, o iPad será adotado como instrumento de ensino nas creches e escolas em substituição à merenda escolar, normalmente composta de ovo e siriguela. O prefeito, que se diz fã de Steve Jobs, possui uma tatuagem do executivo no cóccix. “Quem me falou que ele tava doente foi o Norberto”, informou.

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Na academia de ginástica Pensu’s, o prefeito Macarrão apresenta à imprensa local o iPad, com o qual verifica altura e peso através de aplicativo desenvolvido pelo MIT (Mossoró Institute of Technology). O clique é do fotógrafo Messias Jardan, que está de passagem pela cidade para a observação de mais um eclipse que só acontece a cada 112 anos.

VAZOU: sinopse de Tropa de Elite 3

February 2nd, 2010

Asdrúbal foi confirmado na direção. A polícia ficou de investigar se o clique foi mesmo de Messias Jardan.

Capitão Nascimento (Tony Ramos) é um jovem pai de família em crise no casamento com a simpática Vani (Selton Mello). Em meio a uma série de confusões, os dois fazem uma piada com a morte de uma celebridade no twitter e trocam de personalidade com outras 24 mil pessoas que tuitaram a mesma coisa exatamente ao mesmo tempo. A história transforma-se então em uma corrida contra o tempo. Nascimento, agora no corpo de um problogger cujo auge da vida sexual foi assistir a um vídeo de sexo oral de uma participante de reality show, precisa encontrar a única pessoa que pode reverter o feitiço: um comediante stand up em depressão, prestes a tirar a própria vida tomando um banho n’água fresca, no lindo lago do amor.

Confira o trailer.

Olê, olá, a Campus Party tá botando pra quebrá!

January 29th, 2010

A Campus Party é aquele encontro onde todo mundo arma a barraca, mas não come ninguém. Messias Jardan, o nosso fotojornalista que só usa telefone de disco e dá três sem tirar de dentro, aceitou o desafio e foi conferir o que acontece quando 15 mil nerds ocupam o mesmo lugar no espaço pra fazer merda 24 horas por dia.

Depois de assistir um debate de três horas sobre a blogosfera com Marcelo Tas, Rosana Herman e Reinaldo Azevedo, o desenvolvedor de software e fã de desenho japonês Jesuíno Macambira, o popular Bokaloka, sofreu um rompimento escrotal temporário e onde caiu ficou. De alto-astral, Macambira não quis ser levado de imediato para o hospital, pois queria baixar antes a primeira temporada de Honey Honey. O caetânico click é de Messias Jardan.

Existem apenas três pessoas do sexo feminino na Campus Party 2010: uma é a Dona Geralda, que cuida da lanchonete; e a outra é uma mulher-tronco. Já a terceira é Gerusa “Preta” Gil (acima na foto). Aluna do Mossoró Institute of Technology (MIT) e criadora do Giotto, versão software livre do Photoshop desenvolvida a partir do Linux tibetano, ela recebeu o título de “Musa da CP” dos participantes do evento. Longe de achar ruim, Gerusa garantiu à nossa reportagem que estava adorando o assédio. “Tô pegando geral. Já beijei duas vezes e até espremi uma espinha de um paquerinha meu. Lá em Mossoró, quando saio na rua as pessoas jogam pedra em mim. Aqui tô me sentindo uma princesa, KKKKKKKKKKKKKK”, afirmou ela antes de posar para o hermético click.

O flash mob, um negócio inventado para gente que não tem o que fazer passar vergonha acompanhada, é uma das grandes tendências da Campus Party. Rápido como quem rouba, Messias Jardan registrou o flash mob “Katinguelê”, onde, ao som de um grupo de pagode, 712 nerds encaram sem medo a suvaqueira de uma comitiva de turistas franceses . “Hmmm, esse aqui tem cheiro de Gleyd Sachê”, disse o presidente do fã-clube de Steve Jobs, seção Duque de Caxias, Totonho Folharal (primeiro da esquerda para a direita).

4 passos da descolada de nome feio

May 21st, 2009

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1. tenho consciência de que meu nome é escroto e que reforça minha essência cabocla, sugerindo que tenho esse comportamento;

2. não tenho como contornar a situação;

3. finjo brincar com isso pra levar numa boa e me dou um apelidinho divertido;

4. assumo então o nome como parte de minha atitude, não tenho como ser uma patricinha com essa merda impressa na identidade, então só me resta uma postura de garotinha descolada que consome produtos culturais bancados pelo governo.

James Blunt é eleito muso da crise em acirrada disputa

March 12th, 2009

Como parte dos esforços homeopáticos globais de extinção da expressão “como assim, cara pálida?” das plantações de milho e do semi-árido nordestino, o britânico e amor de pessoa James Blunt foi convocado às pressas ontem à sede da Organização Mundial que Produz Matérias Curiosas Sobre a Culinária da China para cantar a cagada econômica mundial em verso, prosa e farinha láctea.

A esperança do Ministério de Recuperação do Stand Up Enquanto Comedy, entidade organizadora do evento, é que Blunt resolva a crise, sozinho e sem a ajuda dos universitários, em até 24 horas.

O plano é elevar a taxa de juros de James em 4 pontos na Escala Augusto Xavier de Produção no Quarto dos Pais. Na sequência, a expectativa é que a valorização do Blunt perante o Montenegro faça com que os capitais de risco se movam junto com os de giro em uma coreografia inspirada na dança do pirarucu doido e terminem o desfile em até 70 minutos, o que evitaria a perda de pontos na apuração, colocando assim um fim na turbulência planetária, que já deixou sem leite mais de 3 mil gatos de nome Flávio pelo mundo.

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A galera foi à loucura e acendeu os isqueiros para o hit “Seu Delegado Prenda o Tadeu”, maior sucesso do cantor e mestre em confecção de balaústres, Blunt, James Blunt. O clique é de Messias Jardan, fotógrafo que pretende conhecer a si mesmo visitando Machu Picchu.

Os Pioneiros em…. performances em shows de rock

February 18th, 2009

Mais do que saber quem nasceu primeiro, se o ovo ou a galinha, muita gente tem curiosidade em saber quem foi o primeiro a participar de situações que, hoje, soam prosaicas para a gente. Quem foi a primeira pessoa a levantar os braços na montanha russa? Quem descobriu que pizza gelada é o melhor café da manhã que existe? Em que espetáculo começaram a aplaudir os artistas para mostrar que gostaram do que viram? Enfim, o Ressaca Moral nunca foi muito de elucidar essas dúvidas, mas nós aqui da redação descobrimos semana passada um site que desvenda todas as dúvidas da humanidade. Comecemos pelos shows do bom e velho rock’n roll.

O Isqueiro – É um dos pontos altos de qualquer show de rock que se preze. O costume de acender os isqueiros nos ápices dos espetáculos começou em 1968 em Mossoró (RN). Durante um show da banda progressiva Os Anjos de Orós a usina termoelétrica da cidade parou de funcionar por causa da falta de óleo diesel. O apagão se deu justamente no solo de oito minutos de azabumba do hit Calango das Estrelas e, para não perderem um só instante da performance, os presentes pediram a Mileno Brígido, que por morar longe sempre levava uma lamparina consigo, que acendesse a dita para iluminar o local. Ele mandou ver na faísca e levantou a lamparina. Entusiasmado com o ritmo da música, Mileno balançava a iluminação de um lado para o outro e ajudou a levar a um frenesi os mais de 7 mil presentes ao estádio Coronel Herculano Santana. Como forma de agradecimento, os 17 integrantes da banda usaram 80% da renda do show para comprar-lhe uma lamparina nova e meio litro de querosene. Infelizmente, Mileno era adicto e morreu de overdose de querosene dois meses depois.

O “Uhúúú” – Nos primórdios do rock na Inglaterra, isso na década de 50, Manchester era junto com Londres os points de quem queria ouvir um som mais acelerado. Até hoje as cidades continuam sendo referências no Reino Unido. Em 1958, o lar dos Red Devils viu uma nova vertente do R’n R. As canções destoavam do clima de pura azaração que rolava na época. Eram mais introspectivas, melancólicas e tocavam fundo ao indivíduo (eu, hein!). Num show desses, no pub Touch Me Hard, um espectador não se aguentou e tirou do fundo da alma o grito que até hoje parece vir do além para assombrar tudo quanto é espetáculo mundo afora. Dizem que o tal que deu o gritinho montou uma banda depressiva nos anos 80 homenageando os trabalhadores de ferragem e hoje, semi-aposentado, virou um ícone das bibas de meia-idade. Felizmente, não se ouviu mais falar dele.

O Mosh – Como era de se esperar, o salto do palco para ser agarrado pelos amigos surgiu num show punk e em Mossoró. O ano era 1975 e a apresentação era da banda Carcará Attack. O maior entusiasta do som de dois acordes e meio era o lavrador e anarquista Gregório Pigarrilho, o Grog. Ex-metaleiro, ex-progressista, ex-Mod e ex-rockabilly, Grog estava em todas, mas não entendia nada de nada de nenhum dos sons. Ele sempre curtia os shows como quem escutava um xaxado, o que incomodava demais a cena punk mossoroense. Foi assim que no show do CA ele subiu ao palco munido de seu indefectível triângulo e mandou ver na dança. Entre cusparadas e protestos ele foi arremessado do palco pelos seguranças e agarrado pelos que estavam embaixo. Gostou tanto da experiência que foi de novo, com a diferença que dessa vez ninguém o segurou. Nunca mais se ouviu falar do Grog, mas dizem que hoje ele é entusiasta do cancioneiro popular e leva a palavra sagrada de Mallu Magalhães pela caatinga.

Último registro fotográfico da Magicos de Orós, na época apenas com cinco integrantes. A banda era considerada a Pink Floyd do agreste, seja isso um elogio ou não. O click psicodélico é de Messias Jardan.
Último registro fotográfico da Magicos de Orós, na época apenas com cinco integrantes. A banda era considerada a Pink Floyd do agreste, seja isso um elogio ou não. O click psicodélico é de Messias Jardan.

O que aconteceria se o cineasta Cláudio Assis, diretor de Amarelo Manga, tivesse dirigido os seguintes filmes:

February 16th, 2009

Comando para Matar – Jonas Bloch é Ferreira, PM homossexual enrustido que tem a filha seqüestrada por Armando (Matheus Narchtegale), bicheiro para quem ele deve dinheiro. Junto com a prostituta Marli (Dira Paes), ele se arma até os dentes e sai em busca de vingança. Depois de transar com um michê (Lázaro Ramos) em um depósito de lixo dentro de uma geladeira velha e arrancar o olho esquerdo de Fátima (Leona Cavalli), dona de um boteco na periferia de Recife, Ferreira invade a casa de Armando. A cena final é apoteótica: enquanto morre nas mãos do PM, o bicheiro revela a sua paixão e seu desejo sexual por ele enquanto se masturba e grita bem alto: “metralha, porra. Metralha, VIADO!!”.

Curtindo a Vida Adoidado – Jonas Bloch é Marquinhos, PM homossexual enrustido e estudante do supletivo. Ele decide matar aula e convida o seu colega de classe Totonho (Lázaro Ramos) para quem ele deve dinheiro. Juntos vão a um puteiro localizado na zona portuária de Recife. Chegando lá, conhecem a prostituta Sandrinha (Dira Paes). Depois de transar com Totonho em uma privada fedorenta enquanto o colega vomita por causa da bebida, ele amarra Sandrinha em um botijão de gás, derrama uma feijoada em sua cabeça, rouba seu dinheiro e foge. Nas ruas encontra Dona Marta (Leona Cavalli), mulher de Madeira (Matheus Nachtergale), o diretor do supletivo. Marquinhos faz Dona Marta transar com um grill George Foreman na cama do casal e é flagrado por Madeira, que revela a sua paixão e o seu desejo sexual pelo PM enquanto se masturba e canta “Gogó da Ema”, de Jackson do Pandeiro, antes de se suicidar usando um par de óculos Rayban Wayfarer.

Blade Runner – Em 2019, na cidade de Recife, Jonas Bloch é Camelo, homossexual enrustido e ex-detetive especializado na caça de replicantes, seres moldados à imagem e semelhança do homem. Ele é incumbido por Santana (Milton Gonçalves), o delegado de polícia para quem deve dinheiro, a caçar a gangue do replicante Radamés (Matheus Narchtegale). Depois de estuprar o travesti Nathalya (Lázaro Ramos) dentro de um necrotério em cima do cartaz de uma foto de ACM Neto ele degola Marcinha (Dira Paes). Marcinha, a replicante prostituta, é eviscerada e Camelo faz um abajur com a sua cabeça, que é devorado em um lixão por uma matilha de vira-latas enquanto uma procissão de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro é vista ao fundo. No final, o ex-detetive crucifica Raíssa (Leona Cavalli), a namorada de Radamés, e espanca até a morte em um mangue o líder dos replicantes, que revela a sua paixão e seu desejo sexual por ele enquanto se masturba e grita bem alto: “É tudo pose! É tudo pose, FILHO DA PUTA!”.

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Em seu novo filme, dirigido por Cláudio Assis, Jonas Bloch é Super-Homem, um alienígena homossexual enrustido do planeta Krypton que sai na porrada com Lex Luthor (Milton Gonçalves), gênio do crime da cidade de Recife para quem ele deve dinheiro. Messias Jardan, que de gibi só lê Tex e Zagor, mandou todo mundo pra puta que pariu antes de fazer o simbiôntico click.

Novo humor inteligente promete balançar as candongas

February 13th, 2009

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Como o tempo é de vacas magras e comedimento, uma boa alternativa para economizar no gargalhar cotidiano é adotar como primeira fonte de riso a nova safra de comediantes stand up que acomete o país.

Marcelo Jaz, engraçadinho velha-guarda travestido de último biscoito do pacote e líder do movimento, explica que para 2009 é esperado um crescimento expressivo da ausência de graça no cenário risível nacional. “Estamos preparando novos quadros com participações especiais de Paulo César Pereiro, Zé do Caixão, INRI Cristo, Rita Cadillac e outros ícones que o humor inteligente usa quando está a fim de desconstruir esse país”, exterioriza Jaz que promete ainda uma série de novas revelações bombásticas sobre um conhecido político brasileiro. “Não posso revelar muitos detalhes, mas adianto que ele preside um senado e bom elemento é que não é, hehehe”.

Identificando outra oportunidade no mercado, os humoristas inteligentes também continuarão suas imitações de minazinhas do telemarketing, mas agora incluindo piadas com a reforma ortográfica no meio do sarro aos gerúndios. “Estará sendo nosso grande diferencial nesse rebuliço de crise, kkk”, explicita Fafinha Fastos, humorista e clichê de gaúcho que se autossacaneia de viado morrendo de achar graça.

Quem viver verá, Bial.

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A modelo Juliana Paes encarna o papel de atriz na novela O Clone, história que se passa em uma tribo de ciganos cariocas amigos de um núcleo pobre formados por pencas de Eris Johnsons e Guilhermes Karans em versão indiana. A trama do folhetim retrata um mundo em que a crise econômica mundial não existe e Vera Fisher ainda se acha capaz de comer alguém. As demissões na indústria não afetaram o click anabólico de Messias Jardan, fotógrafo e analista de mídias sociais que desfilará fantasiado de avelã com sulfite na Unidos da Minha Jeba Enrolada, escola do grupo de acesso do carnaval de Luzilândia (PI).