Por Cruzmaltino Bandeco

Se tem um esporte no qual eu não vejo a menor graça é o futebol. Nunca entendi bem as regras e, pior ainda, jamais compreendi a empolgação do povo com competições caça-níqueis como a Copa do Mundo. Ainda assim, o Ressaca Moral me enviou como correspondente esportivo para a Alemanha. Perda de tempo. Tão logo meu avião fez escala em Portugal, me refugiei em um hotel no centro da cidade, de onde acompanho à distância o tedioso percurso da Seleção Brasileira. Infelizmente, nem isso me manteve imune aos torcedores brasileiros. Como praga, infestam a terra de Camões. Velhas camisas amarelas, gritaria desnecessária e bebedeira exagerada são a tônica da torcida canarinho.
Não assisti ao jogo Brasil versus Croácia porque o hotel onde me hospedei não tem televisão. E, como já esperava, não perdi absolutamente nada de interessante. Assim que a partida terminou, saí às ruas para conversar com brasileiros que comemoravam entusiasmados uma magra vitória contra o time europeu do qual eu nunca ouvira falar. Pelo que ouvi dos meus interlocutores, foi um jogo chato e tedioso. Exatamente como sempre foi o futebol.
Maria, uma dentista brasileira que reside em Portugal clandestinamente, berrou várias vezes que “já sabia”. Ora, bolas. Se já sabia, por que perdeu tempo assistindo o jogo? Difícil entender. Seria esse um indício de marmelada? Já Miguel, pedreiro vindo da Paraíba, me disse que “se Ronaldo não estivesse tão gordo o Brasil teria feito mais gols”. Se é assim, por que não escalam um time de anoréxicos?
Torcer pelo Brasil em uma Copa do Mundo é muita falta do que fazer. O Brasil nunca teve tradição no futebol, e a maior prova disso é que todos os jogadores brasileiros com alguma qualidade vão embora pra Europa. Lá, sim, têm oportunidade de praticar o esporte com quem entende do assunto. Por aqui pela América do Sul, a salvação parece ser mesmo a Argentina. Até quem não gosta de futebol, como eu, se encanta vendo gente como Maradona ou Caniggia jogar. E olha que eu nunca vi.
Nota: zero.

Suzi Cremucho e Flavinho começaram a preocupar suas famílias quando se tornaram emo e montaram a banda “Super Miguxos”. Na tentativa de trazê-los de volta à realidade, seus pais lhes mandaram à Alemanha para assistir a Copa do Mundo. Entediados, os dois venderam todos os seus ingressos e torraram a grana em um festival gótico na Bélgica. O clique bi-curious é de Messias Jardan.
q asco como se tew ocurre meter a esos q dices que es emo al contrario etas q insultas con esa hipocritas
te voy a chingar a tu madreok busca el significado de los emos no lo insultes ok men loolaso
esoss qhee…
no son emos
ni a los taloness les iegan a los emooss
esos son unos
pinsheess morross qhe ni sabhen vesthir….
los qhe realmenthee son emoss
sabhen jhajha..
me largOo
pero la nethaa esoOo ztha para bomitharr
Losai, no se quede aburrido. No llores, por favor. Nosotros amamos los emos.
que seba malpariodos emos
esos no son emos idiota nada mas que decir ustedes son una bola de pendejos busca el significado de emo
idiota para que sepas
Ual…msm lol….mais axu fixe pr kem gosta d usar um estilo cm esse…é uma pena q eu nao possa usar….mais adorei…Para tds os Emos,Goticos e Punks Rock,td d bm….e curtam Rock ate quando nao s puder ouvi-lo mais…t+
me encanta esta moda sigan parriba son supr mi msn es nasslo_bkn@hotmail.com
â p0s ai momax esta picx
Futebol é uma meeeerda, pagem muito bem para esses putos correrem atrás de uma bola,enquanto passamos por essa miséria desgarrada!
O mais engraçado é que nessa hora o brasileiro esquece que antes da copa xingava seu país de tudo que é palavrão, e sai pra curtir…hahaha,só rindo mesmo e aguentando essa poluição sonora e visual!
O jogo foi bom, Bandequinho! Devias ter visto a bosta de jogo que foi Argentina x Fernanda e Montenegro…
Realmente você mostra que não entende nada de futebol, ao dizer que o Brasil não tem tradição no mesmo, somente a Argentina. De certo, não assistiu campeonatos paulistas ou nacionais, esqueceu-se de Pelé, Tostão, Rivellino, Sócrates, Zico, Ademir da Guia, Marcelinho, Rivaldo, e todos outros que surgiram no Brasil, foram para Europa por questões financeiras e não por tradição. Respeito o fato de você não gostar de futebol, até mesmo de não entender, mas poupe-nos de seus comentários preconceituosos contra aqueles que gostam.