
O ano é 1948. Inspirado pelo sonho de ter um representante da “terra que ensinou a Paraíba a ler” no Campeonato Estadual de Futebol, um grupo de desportistas cria, em Cajazeiras, o Atlético Cajazeirense de Desportos. De lá para cá, muita coisa mudou – a cidade ganhou dois mercadinhos, que movimentam a economia local quando há água para beber, e uma pista de patinação no gelo que deverá ser estreada quando o clima mundial for invertido. Seu estádio é o Perpétuo Correia Lima, o “Perpetão”, construído em homenagem ao magnata das mercearias. A história do clube é repleta de reviravoltas: em 2003, por exemplo, os jogadores participaram de alguns campeonatos. Clique aqui e escute o hino do Trovão Azul.

Adepto do futebol-arte-e-poesia, o repórter esportivo Leonardo Aquino defende a legalização da Ana Botafogo nos estádios e nos enviou este hino, com a condição de que o tratássemos com carinho. O clique quebra-nozes é de Messias Jardan
Sensação do Perpetão!
Se não me engano, o guitarrista Heitor “Supimpa” Braga foi especialmente contratado pra gravação do Hino do Cajá, junto com a moçada da Charanga Me Segura Eu Te carrego. A técnica de palhetagem de Supimpa Braga pode ser conferida também no clássico de Raimundo Soldado, “Você Gosta de Mim”.