Por Cruzmaltino Bandeco

De tempos em tempos, a sétima arte é acossada por modinhas que logo se tornam manias e, da noite pro dia, desaparecem sem deixar vestígios. Foi assim com os musicais dos anos 70, os filmes adolescentes dos anos 80, as trilogias intermináveis dos anos 90 e, mais recentemente, com as transmutações de rabiscos em produções hollywoodianas — como atestam os amadores 300 e Sin City. Em um terreno tão pouco fértil em talentos ou idéias, não surpreende que sejam ambos do mesmo Frank Miller, um rei em terra de cegos.
A mais nova empreitada na área, contudo, vem diretamente do limbo das revistinhas. Siper-Man 3, que estreou dia 4 no Brasil, é apenas mais um episódio da triste saga do herói tímido, frustrado, infeliz e asqueroso. Não assisti à película pois tenho fobia a insetos. Mas o Jair, um amigo meu que é proprietário de uma empresa de dedetização, e por isso entende tudo de aranhas, arriscou seu tempo e sua paciência prestigiando esta bobagem. Não é difícil imaginar o aborrecimento que ele passou.
Tal qual Mickey Mouse, Spider-Man é mais uma tentativa tola de tornar menos repulsivos bichos que, no final das contas, só servem para transmitir doenças. Ao humanizar estas subespécies, Hollywood força a barra para nos convencer de que vale a pena conviver com a sujeira. As artimanhas utilizadas beiram o absurdo: segundo Jair, Spider-Man é Tobey, um estudante CDF que ganha super poderes ao ser picado por uma aranha — é preciso alertar nossas crianças para não tentar isso em casa. Munido com uma “arma secreta”, a capacidade de soltar teias, Tobey salva Nova Iorque de vilões ingênuos como um homem feito de areia. Entre um chamado policial e outro, depara-se com dilemas como escolher entre salvar a namorada ou a vida de um amigo. Emblematicamente, dificuldades que só acometem jovens com o QI de uma aranha.
Não há dúvidas de que Spider-Man 3 é apenas mais um dos inúmeros fracassos na seara dos quadrinhos que foram para o cinema. É o tipo do filme em que os efeitos especiais são mais valorizados que a história. Mas o único efeito realmente impressionante durante o filme é a transformação de Michael J. Fox em Brian Molko — quando Tobey é picado por uma aranha negra. Se havia a pretensão, por parte dos diretores, de inaugurar uma nova forma de fazer cinema, tudo o que se conseguiu foi engrossar a fileira das obras que não merecem ser vistas. Aos espectadores, resta lamentar. E torcer para que as salas de cinema tenham mais cuidado durante os procedimentos de desinsetização.
Nota: zero.
Pilar, e aí, vamos pilar?
pilar,
se vc leu mais de um post do bandeco, qual parte ainda não entendeu?
band,
desenha pra moça.
Tava lendo os seus posts antigos, pra ver se vc era burro mesmo, ou se foi um lapso…
mas afinal…do que vc gosta? vc deve ser muito infeliz hein…
“q faz um certo tempo que vocês já não postam nada né???”
O cara acompanha tudo. Impressionante.
putz! ainda existem pessoas que levam a internet a sério! relax, follers, é só humor, nada mais…
a propósito, sou fã das críticas do bandeco, pelo menos ele assume que não viu os filmes que critica. veja o caso do pablo villaça por exemplo, que finge ver (ou entender)…
Ok.
Vão se fuder seus otários, vocês tão pouco precisam de gente pra ler seus posts de meia tijela q faz um certo tempo que vocês já não postam nada né??? Dá pena de pessoas como vocês, que só sabem tentar ser o que jamais serão: capazes de criticar e ser inteligente sem bancar um tremendo idiota!
Olá Pedro,
Infelizmente eu também não sei. Um grande abraço.
Quero saber qual é a historia do filme.
Tipo aquele texto que aparece atras da capa do DVD.
contando resumidamente o filme.
se alguem puder me mandar eu agradeço.
Abraço para todos.
E-Mail: pedro.adib@gmail.com
MSN: pedrozacharias@hotmail.com
flwwwww
Eu achei esse texto e esse filme coisa de boiola e de EMOs, desculpem se fui redundante.
Tobey? Quem é Tobey?
E po, aranha não é um inseto, é um aracnídeo.
Jorge Amado Jacques?!
Gosto quando aparece alguém com um nome ou pseudônimo mais estranho que o meu.
Jorge,
Também não gosto do Cruzmaltino. Como está a Zélia?
Me liga.
Namastê.
“Uma análise generalista, preconceituosa, repleta de opiniões pessoais”
Engole essa, Bandeco!
Olá Jorge,
Úlcera a gente cura com muito amor. Vamos manter contato.
Uma análise generalista, preconceituosa, repleta de opiniões pessoais. Além de ser um texto amador que com certeza é da geração playstation 2-empina pipa no ventilador e que nunca leu um quadrinho na vida, só resta lamentar em meio a tantos textos bacanas uma porcaria dessas.
Enquanto vc cria uma úlcera no estomago com a raivinha por produtores que ignoram a sua existência, eu me divirto.
fui.
Eu também achei suspeito o fato de Parker, ao vestir a fantasia negra alienígena, transformar-se em um EMO.
Agora, falar mal de Frank Miller é pra machucar meu coração…
Legal é filme brasileiro (Y).