Brasil (Deus me Livre) – Tititi, empurra-empurra, dedada e os caralho marcaram a passagem da tocha dos Jogos Panamericanos pelas principais cidades do Brasil. Em São Luiz, Maranhão, a lavradora Risaldina de Nazaré, natural de Codó, pedia dinheiro para comprar uma lata de Leite Ninho e se declarava emocionada com a passagem do símbolo do Pan pela capital do estado. Segundo ela, valeu a pena vender os dois filhos menores, Maranilson Cleyton e Raycharles, para comprar uma passagem só de ida para São Luiz. “Em Codó ainda não chegou nada disso: não tem luz, água de torneira e muito menos fogo. Lá a gente ainda toma água da chuva e come casca de árvore com pequiá no almoço. Por isso achei bonito aquele fogaréu passando na minha frente. Fiz bem em vender os mininos, tenho mais 11 lá em casa mesmo. Agora vou aproveitar que já tô aqui e vou tentar a sorte atrás da tocha em Belém com a passagem que o vereador aqui da Câmara me deu”, revelou a lavradora.
Em Recife, um dos pontos altos da passagem foi quando o intelectual, autor de especial da Globo e homem armorial Ariano Suassuna carregou a tocha pelas ruas da cidade. Aos 175 anos, Suassuna emocionou a todos ao levá-la por cerca de meio metro da porta de sua casa até a calçada. Nas duas horas em que demorou para fazer o percurso, o intelectual mais chato do Brasil declarou ser a tocha a verdadeira expressão da cultura brasileira. “A tocha é povo, é suór, é balacobaco e samba no pé. É a resistência contra esse câncer cultural que é o calypso, o rock e o funk carioca. Viva Ary Barroso! Viva Chiquinha Gonzaga! Viva Mestre Biroba do Maracatu!”, declarou Suassuna antes de se tocar que todo mundo já tinha ido embora.
Mas nem tudo foi festa. Em Belém do Pará, um grupo de estudantes profissionais do Partido do Sassarico Transviado Universitário (PSTU) tentou ocupar a tocha em protesto contra o corte nas verbas para a educação, contra a proibição da maconha nas salas de aula e contra a recusa da ex-BBB Siri em estrelar um vídeo da série Brasileirinhas. Alterado, o líder do movimento, Fladson Ramalhete, há 17 anos no curso de História, foi preso quando tentava roubar a tocha e enfiá-la no cú, “Daqui ninguém tira. A gente viemos com tudo para derrubar esse símbolo do capitalismo e dos governos neoliberais de Lula, Margareth Tatcher e George W.Bush. A ocupação só acaba quando o reitor da tocha sentar na mesa de negociações com a gente”, disse ele ao ser interpelado por um dos seguranças. Em seguida, a tropa de choque da Polícia Militar foi acionada e reprimiu a manifestação botando os estudantes para ajoelhar no milho.

Durante a Parada Gay, o campeão nacional de jiu-jitsu e dançarino do grupo Casseteiras do Calypso, Walbenor Ruibarbo, o “Benny”, demonstra publicamente a dor e a delícia de se preparar para as competições do Pan. O click cheio de segundas intenções é de Messias Jardan.
Sensacional. Muito bom mesmo. hehe
Cara, sensacional. ahaha Muito bom mesmo.