O que aconteceria se o cineasta Cláudio Assis, diretor de Amarelo Manga, tivesse dirigido os seguintes filmes:

Comando para Matar – Jonas Bloch é Ferreira, PM homossexual enrustido que tem a filha seqüestrada por Armando (Matheus Narchtegale), bicheiro para quem ele deve dinheiro. Junto com a prostituta Marli (Dira Paes), ele se arma até os dentes e sai em busca de vingança. Depois de transar com um michê (Lázaro Ramos) em um depósito de lixo dentro de uma geladeira velha e arrancar o olho esquerdo de Fátima (Leona Cavalli), dona de um boteco na periferia de Recife, Ferreira invade a casa de Armando. A cena final é apoteótica: enquanto morre nas mãos do PM, o bicheiro revela a sua paixão e seu desejo sexual por ele enquanto se masturba e grita bem alto: “metralha, porra. Metralha, VIADO!!”.

Curtindo a Vida Adoidado – Jonas Bloch é Marquinhos, PM homossexual enrustido e estudante do supletivo. Ele decide matar aula e convida o seu colega de classe Totonho (Lázaro Ramos) para quem ele deve dinheiro. Juntos vão a um puteiro localizado na zona portuária de Recife. Chegando lá, conhecem a prostituta Sandrinha (Dira Paes). Depois de transar com Totonho em uma privada fedorenta enquanto o colega vomita por causa da bebida, ele amarra Sandrinha em um botijão de gás, derrama uma feijoada em sua cabeça, rouba seu dinheiro e foge. Nas ruas encontra Dona Marta (Leona Cavalli), mulher de Madeira (Matheus Nachtergale), o diretor do supletivo. Marquinhos faz Dona Marta transar com um grill George Foreman na cama do casal e é flagrado por Madeira, que revela a sua paixão e o seu desejo sexual pelo PM enquanto se masturba e canta “Gogó da Ema”, de Jackson do Pandeiro, antes de se suicidar usando um par de óculos Rayban Wayfarer.

Blade Runner – Em 2019, na cidade de Recife, Jonas Bloch é Camelo, homossexual enrustido e ex-detetive especializado na caça de replicantes, seres moldados à imagem e semelhança do homem. Ele é incumbido por Santana (Milton Gonçalves), o delegado de polícia para quem deve dinheiro, a caçar a gangue do replicante Radamés (Matheus Narchtegale). Depois de estuprar o travesti Nathalya (Lázaro Ramos) dentro de um necrotério em cima do cartaz de uma foto de ACM Neto ele degola Marcinha (Dira Paes). Marcinha, a replicante prostituta, é eviscerada e Camelo faz um abajur com a sua cabeça, que é devorado em um lixão por uma matilha de vira-latas enquanto uma procissão de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro é vista ao fundo. No final, o ex-detetive crucifica Raíssa (Leona Cavalli), a namorada de Radamés, e espanca até a morte em um mangue o líder dos replicantes, que revela a sua paixão e seu desejo sexual por ele enquanto se masturba e grita bem alto: “É tudo pose! É tudo pose, FILHO DA PUTA!”.

katt

Em seu novo filme, dirigido por Cláudio Assis, Jonas Bloch é Super-Homem, um alienígena homossexual enrustido do planeta Krypton que sai na porrada com Lex Luthor (Milton Gonçalves), gênio do crime da cidade de Recife para quem ele deve dinheiro. Messias Jardan, que de gibi só lê Tex e Zagor, mandou todo mundo pra puta que pariu antes de fazer o simbiôntico click.

3 Responses to “O que aconteceria se o cineasta Cláudio Assis, diretor de Amarelo Manga, tivesse dirigido os seguintes filmes:”

  1. oi zênti boa ki bróguis manelu i muitu baum
    :lol:
    ocêis saum bacana di poleta faiz aí um poust di moitinha eu aki ó ó ó
    bejobejo
    :lol:

  2. muitu baum
    :lol:
    ocêis saum bacana di poleta faiz aí um poust di moitinha eu aki ó ó ó
    bejobejo
    :lol:

  3. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Faltou só a trilha sonora do Mestre Ambrósio (ou do Siba) tocando “Ambush and Kidnapping”, “Twist and…”, “Vangelis” e “Believe it or not”, tudo em forró pé de serra, na rabeca de pau e no ritmo ancestral da zona da mata.

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