O Dia Internacional da Maminha e Demais Carnes Femininas de Duplo Sentido foi marcado pelas declarações preconceituosas do goleiro de um popular time do Rio de Janeiro que, após questionamentos da imprensa, teria exclamado em tom de normalidade que é de boa pegar no pinto do colega de time de vez em quando.
“Fala sério que tu nunca levou uma surra de pau mole?”, perguntou de maneira anônima o goleiro para o estagiário deste blog enviado ao Afeganistão para produzir matérias a respeito de bolos e tortas, mas que tomou o ônibus errado e foi parar em Mossoró (RJ), ali próximo da Gávea.
Ainda na mesma liga de causação feminista, a Academia de Artes e Futricas de Hollywood distribuiu na madrugada desta segunda (horário de Luzilândia) seus dois prêmios máximos a uma mulher pela primeira vez na história do Oscar, corrigindo a injustiça de não ter contemplado com a mesma honraria a cineasta Tizuka Yamasaki por Xuxa Requebra (1999), Xuxa Postar (2000) e Xuxa e o Mistério de Feiurinha (2009).
A expectativa no meio feminino é que, no próximo ano, os restaurantes por quilo aqui da redondeza distribuam flores um pouco menos murchas para as clientes e que o Jornal Hoje evite produzir matérias em que mulheres são mostradas em atividades anterioremente consideradas como coisa de homem.

As mulheres despontam ao lado dos homens como um dos dois gêneros mais populares da espécie humana. Juntos, homens e mulheres representam quase 100% da espécie, exceção feita ao engenheiro mecatrônico Kleiton & Kledir, o primeiro híbrido da quebrada e que lê até cartuchos de Nintendo 64. O clique sensível é do rebolativo Messias Jardan.




